O ticket no mapa, no ponto exato.
O PinPoint é o nosso app para o Freshdesk. Dentro do ticket, o agente busca o endereço e arrasta o pin até o portão certo. A latitude e a longitude ficam gravadas em campos de ticket que são seus. Quem despacha abre o mapa do PinPoint pela barra de navegação e vê a fila inteira de uma vez, agrupada por região e colorida por prioridade.
Duas telas, e a coordenada fica no seu Freshdesk.
O PinPoint entra em dois lugares do Freshdesk e não inventa banco de dados nenhum. O que ele salva vai para campos de ticket comuns, e é por isso que o resto do Freshdesk consegue usar.
No ticket
O painel do PinPoint abre na barra lateral do chamado. O agente digita o endereço, escolhe o resultado certo na lista e arrasta o pin até o ponto exato. Um clique salva.
No mapa
O mapa de página inteira abre pela barra de navegação. Todo chamado que tem coordenada aparece ali, em grupos quando você está longe, pin a pin conforme você aproxima.
Nos seus campos
Latitude e longitude vão para campos de texto de uma linha no ticket. A partir daí visão, filtro, automação, exportação e relatório do Freshdesk passam a enxergar localização.
É isso que o seu time vê.
As telas vêm de uma conta do Freshdesk com fila de verdade: dezesseis chamados localizados em três cidades, com prioridade e status misturados.
Para quem atende chamado que acontece num lugar.
Se o seu chamado tem endereço, alguém do seu time já está copiando esse endereço para o WhatsApp e abrindo o Google Maps em outra aba. É essa parte que o PinPoint tira do caminho.
Campo e manutenção
Um técnico por região, um endereço por chamado. Ver três tickets abertos a dois quarteirões de distância é a diferença entre uma viagem e três.
Facilities e condomínio
Muitos prédios, muitas alas, uma fila só. O pin cai na ala certa, e não na rua em que o prédio foi cadastrado.
Instalação
O equipamento fica num lugar que endereço nenhum descreve bem: um portão, um armário, um poste. Arrasta o pin e o ponto exato fica no ticket.
Utilities e telecom
Caixa de fibra alagada ou transformador queimado é localização antes de ser chamado. Os grupos de pin mostram onde o temporal bateu de verdade.
Logística e última milha
Reclamação de entrega espalhada pela cidade. O mapa transforma uma lista de endereços em rota que alguém consegue planejar.
Rede de lojas
Centenas de filiais atendidas por um help desk só. Filtra por prioridade e você vê qual região está pegando fogo agora.
Uns cinco minutos, e o dado é seu.
Crie dois campos de ticket
Latitude e Longitude, os dois do tipo texto de uma linha. Campo numérico não serve: ele arredonda a casa decimal e destrói a precisão da coordenada.
Copie uma chave de API
De um agente que pode ver e atualizar chamado. A chave entra como parâmetro seguro: a Freshworks criptografa, usa do lado do servidor, e ela nunca chega ao navegador.
Instale e configure
Nome dos campos, centro e zoom em que o mapa abre, quantos dias para trás ele varre, teto de tickets, provedor de tiles e host de geocodificação. Todo serviço externo pode apontar para a sua própria infraestrutura.
Marque o primeiro ticket
Abre um chamado, busca o endereço, arrasta, salva. Clica no ícone do PinPoint na barra de navegação e ele já está no mapa.
O PinPoint precisa de um plano do Freshdesk com campo customizado e acesso à API, o que na prática quer dizer Growth ou acima. Conta Free não cria os campos em que o app escreve.
Não existe servidor do PinPoint.
Sem backend, sem banco, sem telemetria. O app roda dentro da sua conta do Freshdesk e escreve só nos campos que você criou. A gente publica o app e não vê o seu ticket, nem a sua coordenada, nem a sua chave de API.
Desenhar mapa exige dois serviços de fora. A geocodificação, que por padrão é o Nominatim do OpenStreetMap e recebe só o texto do endereço, do lado do servidor. E os tiles do mapa, por padrão do OpenStreetMap. Os dois são configuração, então uma conta que não pode mandar endereço para serviço público aponta o PinPoint para as suas próprias instâncias e nada sai de lá.
O texto do chamado é escapado antes de chegar no popup do mapa, toda chamada externa passa por um template declarado, e as bibliotecas do Leaflet vêm de CDN com hash de integridade fixo.
O que perguntam primeiro.
O PinPoint é gratuito?
O app é. O custo é indireto: cada atualização do mapa gasta chamadas da API do Freshdesk, algo como 31 créditos com o padrão de janela de 30 dias e teto de mil tickets. Em conta movimentada, diminui a janela ou baixa o teto.
Preciso de conta em algum serviço de mapa?
Com o padrão, não: ele usa OpenStreetMap. Para time grande, a política de uso do OSM não permite tráfego automatizado pesado, então vale contratar um provedor de tiles e colar o template dele na configuração. Vale o mesmo para geocodificação em volume.
Onde ficam as coordenadas?
Em campos de texto dos seus tickets, dentro da sua conta. Desinstala o app e o valor continua lá, porque nunca foi nosso para guardar.
Funciona no Freshservice ou no Freshsales?
Hoje é Freshdesk. A plataforma embaixo é a mesma, então portar dá trabalho mas não é reescrever. Se é disso que você precisa, fala com a gente.
E se o endereço não estiver no mapa?
Endereço rural muitas vezes não está no OpenStreetMap. O agente busca o que o geocodificador conhece, arrasta o pin até o lugar certo e salva. A coordenada nunca dependeu da busca ter acertado.
Como eu instalo?
Fala com a gente que a gente instala na sua conta, cria os campos, configura junto com você e mostra pro time como usa. A Red Lotus é parceira autorizada Freshworks, então o lado Freshdesk também é o nosso dia a dia.
Dá para customizar?
Dá. A gente escreveu o app. Outro campo, outro filtro ou um link com a sua base de ativos é projeto com escopo, não pedido de feature jogado no vazio.
Bota a sua fila no mapa.
A gente instala, configura e mostra pro seu time como funciona. Vem trocar uma ideia com a gente.
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